Giselle Sato
A inspiração é o encontro perfeito das palavras e a imaginação. Aventure-se.
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15/11/2018 00h55
Intersendo - Giselle Sato

Aprendi recentemente a palavra interser com a Fabiana,  é uma palavra que ainda não se encontra no dicionário, mas se combinarmos o radical inter com o verbo ser, teremos um novo verbo: interser.
De acordo com o monge budista Thich Nhât Hanh, Ser é interser. Não podemos simplesmente ser sozinhos e isolados. Temos de interser com tudo o mais. Faz sentido.


Publicado por GiselleSato em 15/11/2018 às 00h55
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
18/10/2018 13h43
A dor e a doença destam gente feliz - Giselle Sato

Todos os dias temos a chance de escolher como levar a vida. A dor e a doença detestam gente feliz. 
Mude o foco, não desista.


Publicado por GiselleSato em 18/10/2018 às 13h43
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16/10/2018 12h55
Recomeçar - Giselle Sato

A aviação me ensinou muitas coisas, foi uma grande escola para a vida. Mesmo sabendo que existem possibilidades de algo inesperado, é preciso continuar a viver da melhor forma possível, não há como saber o impacto que as das turbulências irão causar, só quando ela acontecer e de qualquer maneira vou precisar reagir.

Trazendo para o dia a dia, só consigo pensar em aprender o que puder, para conviver da melhor forma possível com os desafios e ter dias bonitos, independente da cor do céu.

 

 


Publicado por GiselleSato em 16/10/2018 às 12h55
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28/09/2018 11h26
Pare, observe, sinta - Giselle Sato

Janelas convidam o olhar curioso, atento, até mesmo amoroso e contemplativo. O que passa despercebido à primeira visão, no ver sem explorar, no que acontece todo o tempo, instante a instante.

Muitos detalhes podem surgir, talvez nos surpreendam com algo inédito. Assim, pouco a pouco treinamos a atenção. Plena, plena em detalhes cotidianos. Banais, mas que talvez sejam tudo que buscamos para compreender e quem sabe, enxergar um novo sentido.

Pare.

Janelas são espelhos d’alma, onde já li algo assim? Não lembro mas faz sentido. O dia a dia conturbado, pessoas, eletrônicos, compromissos e muito a fazer. Tanto, tanto, que não tenho tempo nem para mim mesma.  Os minutos voam, as horas passam, os dias se sucedem, os anos começam e terminam. Onde estou agora? O que construí para mim mesma? O que me tornei?

Pare, observe.

 

Janelas do carro em  movimento, janelas do metrô lotado, janelas do ônibus violento, janelas de prédios amontoados, janelas anônimas, janelas da minha casa. Não consigo lembrar a cor das cortinas da minha sala,  não consigo lembrar a última vez que olhei através dos vidros perfeitamente limpos. Acho que são brancas, talvez sejam azuis, definitivamente são azuis.

Pare, observe, escolha.

As cortinas de renda branca balançam ao sabor do vento suave, o cheiro de alecrim e manjericão fresco chega de mansinho e me encanta. O céu está azul clarinho, sem uma única nuvem, o café fresco na caneca é o convite perfeito para sentar na poltrona confortável, abrir um livro e ler um trecho do meu autor preferido. Não há eletrônicos, e o único som vêm dos pássaros celebrando a tarde. De vez em quando repito baixinho: pare, observe, sinta. Pare. Observe. Sinta.

 

 

 


Publicado por GiselleSato em 28/09/2018 às 11h26
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27/09/2018 11h57
Que país é esse? Giselle Sato

Já percebeu como é difícil aceitar opiniões? Criamos um mecanismo de defesa, que por melhor que sejam as intenções, tudo soa como questionamento, julgamento ou pura implicância. Cá entre nós, rede social não deveria ser divertido? Não era para ser leve, agradável e para interagir? Mas o povo está quase se engalfinhando, tem família que parou de falar um com o outro, passaram a se excluir e praticamente terminaram a amizade. Famílias, amigos, relacionamentos. Está todo mundo brigando.



O que são as redes sociais nas nossas vidas, até quando vamos permanecer presos no passado, sonhando com o futuro e idealizando fantasias?





Não era para respeitar a liberdade do outro? Isso inclui ler, ouvir e ver sem reagir, afinal, cada um tem o direito de pensar como quer. Estamos sempre achando que podemos mudar o mundo, as pessoas, mas e nossas vidas? O que estamos fazendo de bom para nós mesmos? Ou melhor, o que estamos fazendo de bom pelo próximo, será que agimos como pessoas educadas e nos colocamos no lugar do outro?



Publicado por GiselleSato em 27/09/2018 às 11h57
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