Giselle Sato
A inspiração é o encontro perfeito das palavras e a imaginação. Aventure-se.
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Meu Diário
21/07/2019 23h53
Memórias do subúrbio

Moro no subúrbio, cercada por favelas ou comunidades, como preferir porque nome não altera a realidade. A realidade aqui começa de madrugada com os helicópteros sobrevoando baixinho a região, barulho de tiros quase todo o tempo, ruas esburacadas, muita aglomeração de ''craqueiros'' nas proximidades das favelas. Sujeira, jardins de pneus nas esquinas, ‘’alguém já viu isso na zona sul?’’
Roubos frequentes de grades e portão de alumínio, hidrômetro e cabos telefônico. Internet? Se não roubarem os cabos, temos mas não é lá grande coisa.

Os prédios das escolas públicas são velhos e estão bem depredados, as crianças reclamam que não tem merenda, não tem espaço para atividade física porque não temos praças nem jardins limpos.


Publicado por GiselleSato em 21/07/2019 às 23h53
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13/05/2019 23h23
Uma mãe de coração aberto - Giselle Sato

 

Mães com doenças crônicas, graves e debilitantes nem sempre conseguem ser o que gostariam, mas podem amar infinitamente.

Mães são o que conseguem ser, acolho essa mãe que eu sou, acolho compassivamente minha mãe, minha mãe-avó, minha mãe-bisavó e todas as mães e mulheres orientais e ocidentais da minha família; nesse dia que para mim celebra o Ser mãe, com todas as nossas complexidades. 
Para Yugo Sato, meu filho que me inspira todos os dias a ser uma pessoa melhor.

#convivendocomadorcronica


Publicado por GiselleSato em 13/05/2019 às 23h23
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26/04/2019 15h46
Os carcereiros- Giselle Sato

Nos  presídios perde-se mais que a  liberdade, perde-se a dignidade ou além; o ser humano se confunde e esquece as próprias raízes, o querer e sentir deixam de existir. Ele torna-se um número ou apelido. E está sozinho. 
O sistema subjuga e oprime, não existe reabilitação.

Não existe preso bom ou ruim, existem presos  que fazem o que precisam fazer para sobreviver. ‘’Aqui dentro, todos são capazes de tudo’’, fala de carcereiro. 

 

 


Publicado por GiselleSato em 26/04/2019 às 15h46
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14/04/2019 12h19
Tecendo histórias - Giselle Sato

Desde criança ouço que falar com estranhos é perigoso, que devo tomar cuidado com estranhos; depois passei as ler que as  redes sociais também são um lugar para todo tipo de pessoas e que trocar contatos pessoais é muito perigoso. Tudo é perigoso! As ruas e as redes que eu abro dentro da minha casa, protegida pelas paredes e portas trancadas são um perigo. Ver televisão e ouvir todo tipo de informação também é um perigo, usar as redes é um perigo, viver é um perigo. Não viver também é outro perigo.



Resolvi viver perigosamente e expor o que penso nas redes, falar das doenças e dores para quem quiser ler, partilhar histórias e trocar contatos. Lembro que durante os pernoites quando era comissária de bordo, saía pelas ruas das cidades estranhas e caminhava no meio do povo e era muito feliz. Andei por  lugares que diziam ser perigoso: ruas da Bolívia, Paraguai, São Paulo por aquelas galerias e praças do centro. Andei sozinha pelo Pelourinho em Salvador, fiz passeio de barco em Manaus e Macapá. Andei pelo lençóis do Maranhão, em Belém ia ao Ver o Peso há vinte de poucos anos atrás conversar com as mulheres das barraquinhas sobre ervas medicinais.



Coleciono lembranças, monto uma rede de fatos e historinhas, vou desfiando um novelo imenso e sigo tecendo minha colcha de memórias. Definitivamente vou continuar vivendo perigosamente, a sensação de liberdade fala mais alto que o medo dos perigos que ainda se escondem na minha imaginação.



 



Publicado por GiselleSato em 14/04/2019 às 12h19
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09/04/2019 12h13
Meu Rio de Janeiro - Giselle Sato

A situação do Rio de Janeiro é de calamidade pública, onde está o suporte dos órgãos públicos?

O bairro do Jardim Botânico foi muito atingido,  várias ruas destruídas; a impressão é que passou um terremoto pelo  bairro. É lá que estão dois dos mais lindos parques da cidade, é um ponto turístico e deveria ser mais bem cuidado. Preservado. 

O asfalto cedeu em diversos pontos da cidade, as pessoas estão horrorizadas com a devastação e sinceramente, não é apenas um episódio extremo. A cidade não tem infraestrutura para aguentar mais um temporal, os morros estão com as encostas com várias pedras ameaçando desabar, é grave a situação...

 

 

 

 

 


Publicado por GiselleSato em 09/04/2019 às 12h13
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