Giselle Sato
A inspiração é o encontro perfeito das palavras e a imaginação. Aventure-se.
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Meu Diário
25/07/2018 13h36
Eu e o mar - Giselle Sato

Sinto o cheiro da maresia, as gotas frias da água em meu rosto, minha pele se arrepia com o frescor da brisa que sopra suavemente. O sol aquece minha pele, trazendo um bem estar que há muito não experimentava, a vida pulsa em todos os sentidos. Estou viva! Respiro a leveza, as ondas brincam com a embarcação, ensaio o primeiro de vários sorrisos, a sensação é tão boa que minha alma é tomada por  gratidão.

Fé e amor se encontram num grande abraço, e fico quietinha neste aconchego, sem ressentimentos, tristeza, nada além de carinho e bondade. Estou no meu barquinho e ele tem imensas velas brancas, um mastro alto que parece tocar as nuvens, a estabilidade  do lastro de tudo que aprendi ao longo do caminho e a segurança de uma âncora forte mas leve o bastante para que eu use quando bem quiser.

O mar que navego é cristalino, profundo, mil tons de azul se mesclam formando ondas, marolas, indo e vindo, subindo e descendo… brindando sensações, pensamentos, sentimentos, dores, sofrimento, enfermidade e momentos. Não é assim que vivemos? começo, fim, recomeço, pausas, melhora, piora, aumenta, diminui, sobe, desce, escurece, clareia, esquenta, esfria, adoece, cura...

Meu barco singra o  oceano e eu não sei o que pode vir pela frente, talvez tempestades, tormentas, quem sabe dias de profundo marasmo ou tranquilidade. Minha única certeza é que não estou à deriva.


Publicado por GiselleSato em 25/07/2018 às 13h36
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25/07/2018 01h21
Memórias de subúrbio - Giselle Sato

Moro no subúrbio do Rio de Janeiro, um bairro cercado por comunidades, as ruas são feias, sujas, calçadas quebradas, poucas árvores, praças sem jardins e iluminação amarela e escura. Viver em um lugar tão abandonado poderia ser muito pior se minha casa não ficasse dentro de uma vila, que mais parece uma rua comprida de paralelepídos.





Tive infância de pique e pular carniça, meninos implicantes e vizinhos reclamando da gritaria, e nem imaginava que um dia iria usar um computador. O máximo era assistir seriados como Terra de gigantes, A feiticeira, Batman, Jeannie é um gênio, Vila Sésamo e é claro,  o Sítio do Picapau Amarelo.



 



 



Publicado por GiselleSato em 25/07/2018 às 01h21
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23/07/2018 13h03
Saindo da caverna - Giselle Sato

A meditação trouxe um novo sentido. Agora tomei o leme, estou segura e sei o que eu quero, e sigo reforçando  esta intenção  feito uma carta náutica, minha rota.
Meditar é um tempo que reservo para sentir meu corpo, meu coração, minha respiração e acalmar a alma. Diminuir a ansiedade e o estresse.


Meditar para quem sente dor crônica significa fazer uma pausa, suavizar o sofrimento por alguns minutos e entrar em contato com o bem estar que a meditação proporciona. 
Meditar é vida!


Publicado por GiselleSato em 23/07/2018 às 13h03
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19/07/2018 12h06
Frida Kahlo - Giselle Sato

Este mês comemoramos o 59º aniversário da morte de Frida Kahlo, uma artista que tão bem soube retratar a dor.

Graças às suas experiências com o sofrimento, Magdalena Carmen Frida Kahlo Calderón (1907 1954), capturou e mostrou ao mundo a  dor que abrigava em sua alma.

 

E hoje pesquisas apontam a possibilidade de Frida ter sofrido de fibromialgiaEntão, para aqueles que também precisam enfrentar a dor, a força de Frida Kahlo, uma  frase que ele escreveu depois de sofrer uma amputação: Pés, para que os quero, se tenho asas para voar?

https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/6394267


Publicado por GiselleSato em 19/07/2018 às 12h06
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18/07/2018 20h13
Frida Kahlo, somos um pouco Frida- Giselle Sato

O mais incrível, é que até hoje suas pinturas conseguem despertar a dor no observador, mesmo com toda a violência atual, quando olho suas obras, meu coração se abre diante da tradução do  sofrimento.

 


Publicado por GiselleSato em 18/07/2018 às 20h13
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